-
O americano Lawrence Duran cumpre a partir deste sábado uma condenação de 50 anos de prisão por ter fraudado em US$ 205 milhões o sistema de saúde pública dos Estados Unidos (Medicare), o que representa a maior pena já imposta por um crime desse tipo no país.
Os departamentos de Justiça e de Saúde dos EUA, assim como o FBI e a Procuradoria Federal da Flórida, anunciaram em comunicado que a condenação, imposta na sexta-feira, também estabelece que Duran pague uma multa de US$ 87 milhões. Além disso, o condenado deverá permanecer em liberdade vigiada durante três anos depois de cumprir sua pena.
Os dois máximos acusados pela fraude são Marianella Valera, de 40 anos e presidente da clínica de saúde mental American Therapeutic Corporation (ATC), que operava uma rede de clínicas no sul da Flórida, e Lawrence Duran, de 49 e presidente de Medlink, filial da primeira.
Em abril, ambos se declararam culpados de todos os delitos que foram acusados. Duran recebeu 38 acusações, enquanto Marianella, que terá sua sentença anunciada na segunda-feira, recebeu 21.
Os dois já reconheceram que montaram uma rede para roubar US$ 205 milhões mediante a apresentação de faturas falsas ao sistema de saúde americano, e que tinham cometido delitos de fraude, lavagem de dinheiro, pagamento e aceitação de subornos e conspiração para lavagem de capitais, entre outras acusações.
"Os acusados apresentaram faturas à Medicare por serviços de saúde mental que eram ilegais ou que nunca foram fornecidos. Dessa forma, envolveram-se em um esquema de fraude de oito anos que roubou mais de US$ 200 milhões em pagamentos por supostos serviços", afirmou o procurador federal Wifredo Ferrer.
As duas clínicas, que foram fechadas no ano passado, realizaram as maiores fraudes já registradas contra o serviço de saúde mental dos EUA, perpetradas desde o início de 2002 até outubro de 2010, quando ambos foram presos.
"Esta sentença - a mais longa já imposta em um caso de fraude contra o Medicare - é uma poderosa advertência para quem quer enganar o programa", avaliou Lanny Breuer, assistente do procurador-geral da Divisão Criminal do Departamento de Justiça.
A Justiça do Rio de Janeiro condenou o Banco do Brasil a pagar R$ 4 mil de indenização por danos morais a uma ex-correntista por efetuar cobranças de tarifa em uma conta destinada a recebimento de salário inativa.
Devido as cobranças, o nome da mulher foi colocado nos cadastros restritivos de crédito. A decisão é do desembargador Nagib Slaib, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio.
A autora afirmou que solicitou abertura de conta para recebimento de salário, mas que nunca houve movimentação da mesma, já que nunca recebeu cartão, talão ou extratos. Ela disse ter ficado surpresa ao ter seu crédito negado durante a tentativa de uma compra.
O Banco do Brasil alegou que o contrato firmado entre as partes consiste em uma conta corrente onerosa com adesão a produtos e serviços bancários e que as cobranças seriam de tarifas regulares e que não teria havido solicitação de encerramento da conta.
Para o desembargador, se nem a consumidora usou os serviços do banco e nem o banco cumpriu com sua parte, pois não mandou os extratos de conta, não há que se pagar pelos serviços não prestados.
Um cidadão de 86 anos acusa o poder judiciário do Estado de acobertar o roubo de um carro para proteger o sogro e o cunhado de um desembargador. A denúncia, encaminhada ao CNJ, atinge três desembargadores, seis juízes e uma promotora, além da polícia. É um libelo contra o poder público do Pará.
Nove integrantes do poder judiciário do Pará, incluindo três desembargadores e seis juízes (dos quais dois já foram promovidos ao desembargo), e uma promotora pública estadual, foram denunciados ao Conselho Nacional de Justiça, na semana passada. Ophir Alves da Silva os acusa de agirem mancomunados para proteger e favorecer o sogro e o cunhado do desembargador Ricardo Nunes Ferreira, que também é presidente do Tribunal Regional Eleitoral, a manter em seu poder uma camionete que ele e seu filho furtaram, de propriedade do filho do reclamante, Luiz Gonzaga de Oliveira da Silva.
Mesmo com todas as provas juntadas aos autos de dois processos - penal e cível - que tramitam há quase 10 anos no foro de Belém, atestando os métodos ilegais adotados por pai e filho para se apropriar do bem, o denunciante mostra, numa reclamação com 77 páginas e três volumosos anexos, que a justiça do Pará praticou os maiores absurdos até arquivar a ação cível e protelar o processo penal, ainda na fase de citação, três anos depois da denúncia.
Ophir da Silva acusa os magistrados de, ao deixarem “crescer e prosperar os ladrões”, contribuírem para que a imagem do judiciário paraense se torne “a pior possível”, cabendo ao CNJ “limpá-la ante os olhos da sociedade, pois o Poder Judiciário é nacional, e tudo o que aqui de podre se faz repercute em desprestígio da magistratura brasileira”. Pede a aplicação de diversas punições aos acusados, inclusive a “pena” (que aspeia no original) mais grave, que é a aposentadoria compulsória, com os proventos proporcionais.
A história começou em 23 de agosto de 2000, quando o filho do denunciante arrematou, em leilão da Justiça do Trabalho, uma camionete D-20, com seis anos de fabricação, por oito mil reais. Apesar de ter recebido no dia seguinte a carta de arrematação, só conseguiu que o oficial de justiça lhe repassasse o veículo sete meses depois. Durante esse período, o carro continuou a ser usado pelo cidadão que a justiça executou por dívida trabalhista.
Luiz Gonzaga circulou durante apenas um mês com o carro. Certa noite, quando dirigia por uma das vias públicas de Belém, “foi trancado por outro veículo e obrigado a parar”. Alberto Vidigal Tavares, “advogado que conhecia de vista da Justiça do Trabalho”, contando com a cobertura de “outros desconhecidos”, obrigou-o “a assinar um recibo em branco e, em seguida, roubou-lhe o veículo”.
Seis dias depois, com a confirmação da identidade do agressor, Gonzaga fez um boletim de ocorrência na delegacia de polícia do Jurunas, mas nenhuma providência foi tomada para lhe restituir o automóvel. Ao constatar a lentidão da polícia, Ophir, como procurador do filho, ajuizou uma ação de reintegração de posse do bem contra Alberto Vidigal e seu pai, Alberto Otacílio Valente Tavares, que - viria a saber depois - eram cunhado e sogro do futuro desembargador Ricardo Nunes, atual presidente do TRE. Sem advogado, recorreu à Defensoria Pública do Estado.
Seis meses depois a juíza Elizabete Lima Mendes, da 17ª vara cível da capital, deferiu a liminar de reintegração, mas na semana seguinte revogou a medida, com base nas provas juntadas pelos contestantes da ação. Ophir então a procurou para entregar a chave do carro. Ficou surpreso quando a juíza, ao chegar ao fórum, o convidou a acompanhá-la e se dirigiu ao gabinete do então juiz Ricardo Nunes.
Como a porta ficou entreaberta, o denunciante disse ter ouvido o diálogo entre os dois magistrados. A juíza quis entregar as chaves a Ricardo, mas o juiz a instruiu a ficar com as chaves, enquanto ligava para o cunhado, avisando-o para ir ao fórum e procurar Elizabete para receber de volta o carro.
Como a juíza revogara a liminar sob a alegação de que havia provas da transferência da propriedade da camionete, Ophir pediu ao Departamento Estadual de Trânsito que investigasse a documentação apresentada por pai e filho. O Detran atestou que não tinha havido qualquer transferência de propriedade, sendo falsos os documentos. Só então, um ano e meio depois da reclamação, o inquérito policial foi instaurado. A falsidade estava provada por perícia do Instituto Renato Chaves.
Mesmo com a falsificação dos documentos de transferência, os dois Albertos tinham um problema: a propriedade do veículo resultara de uma arrematação judicial. Eles tentaram conseguir um novo auto de arrematação, a pretexto de que Luiz Gonzaga estava em local incerto e não sabido, por isso não podendo lhes entregar o documento. O juiz da vara trabalhista de Ananindeua se recusou a deferir o pedido: os atos negociais entre o peticionante e o arrematante “não podiam proporcionar qualquer ônus à justiça do trabalho”, decidiu.
Apesar da negativa, os dois acabaram conseguindo uma via original do auto de arrematação. Não pelo caminho regular, conforme atestou a juíza Paula Maria Soares: “não consta nos autos a entrega do original do Auto de Arrematação para outra pessoa além do arrematante, Sr. Luiz Gonzaga Oliveira da Silva, até porque este não é um procedimento correto”, declarou ela. Se Gonzaga continuava com a posse do seu documento, de onde fora extraído o auto juntado pelos dois Albertos?
Do processo ou do arquivo do juizado. Obviamente, alguém com acesso à vara subtraíra o documento e o entregara de forma ilícita. Ophir pediu a instauração de inquérito para a apuração desse fato. Como não foi atendido até hoje, apesar de reiterados apelos, recorreu à Defensoria Pública da União, que vai acionar a Justiça do Trabalho.
Em novembro de 2002 o delegado de polícia Jorge Otávio Novais de Souza encerrou seu inquérito. Considerou procedente a denúncia de Luiz Gonzaga “de que as assinaturas apostas no verso da DUT em questão e na Procuração outorgando poderes para Márcio [o despachante Márcio André da Silva, que intermediou a fraude e já tinha antecedentes criminais com esse mesmo tipo de delito], são realmente falsas”. Indiciou os três em crime de falsidade ideológica, “esquecendo-se, porém, de que a falsificação das assinaturas do filho do reclamante na DUT e na procuração outorgada ao despachante se deu para acobertar os crimes de roubo do veículo e de falsidade ideológica do recibo de compra e venda”, disse Ophir na longa e indignada representação ao CNJ.
De qualquer maneira, o inquérito chegou à justiça e foi distribuído para a 4ª vara criminal de Belém. Mas a promotora Ociralva de Souza Farias só ofereceu a denúncia quase seis anos depois, em setembro de 2008. “Por pouco não se verificou a prescrição do crime pela pena em abstrato”, observou Ophir.
Passados dois anos e meio, porém, os réus ainda nem foram citados. O oficial de justiça alega não encontrar Alberto Vidigal Tavares e sua advogada, Aurora Lopes, embora ambos atuem como procuradores na ação cível de busca e apreensão, circulando pelo fórum de Belém. Por causa desse procedimento, Ophir garante: “Se o CNJ não agir logo, a ação criminal vai ser extinta em razão da prescrição”.
A ação de busca e apreensão do veículo parecia que teria melhor rumo. Em 2003, diante das provas dos autos, o juiz Jonas da Conceição Silva proferiu sentença de mérito em favor do filho do reclamante. Em janeiro do ano seguinte o veículo foi devolvido a Gonzaga. A decisão transitou em julgado, mas a nova advogada constituída pelos Tavares pediu a republicação do ato e a devolução do prazo porque a resenha não incluíra o nome do representante dos réus.
O pedido foi atendido. Imediatamente conseguiram suspender os efeitos da sentença através de mandado de segurança, concedido em liminar pela desembargadora Izabel Benone. Ela determinou que o veículo fosse recolhido ao depósito público até a definição de mérito da questão.
Ao invés de serem contatados por num oficial de justiça, Ophir e seu filho foram surpreendidos pelos dois Albertos. Eles repetiram o gesto anterior, se apossando da camionete, desta vez contando não apenas com seus seguranças, mas com o auxílio de uma nova advogada, Ana Carla Murrieta de Oliveira, filha da desembargadora Ana Sereni Murrieta, “bem conhecida do CNJ por atos de corrupção”, observa Ophir. Murrieta foi aposentada compulsoriamente por ter-se apropriado de dinheiro depositado em contas da justiça em função de litígios sob sua jurisdição.
Ophir comunicou à desembargadora que os réus “fizeram a busca e apreensão, usurpando função pública, em proveito próprio”. Praticaram vários crimes ao se apossarem do carro de forma violenta, sem mandado, e constrangendo pai e filho dentro de sua casa, enquanto fugiam, aproveitando-se da idade avançada de Ophir e de sua limitação, depois de ter feito cirurgia cardíaca. Os dois Tavares continuaram a circular com o carro, sem nunca o recolherem ao depósito público, embora tivessem se comprometido com o oficial de justiça a cumprir a ordem judicial.
Ophir representou contra os advogados Alberto Vidigal e Ana Murrieta ao então presidente estadual (hoje, nacional) da Ordem dos Advogados, Ophir Cavalcante, que o tratou, “a princípio, com cortesia”. Procurou-o depois várias vezes, “mas nunca foi atendido por ele, como ele havia prometido”. A OAB do Pará concluiu “pela inexistência de elementos na denúncia que comprovem infração ético-disciplinar”. Ophir da Silva continuou a sustentar sua posição: os dois advogados “não só cometeram desvios éticos, mas também ilícitos penais: furto, calúnia, usurpação de função pública e coação no curso do processo”. Mas não foi atendido.
“Já no desespero”, o chefe da Defensoria Pública de Entrância Especial, Júlio De Masi, responsável pela causa, denunciou a conduta criminosa dos dois advogados ao então presidente do Tribunal de Justiça do Estado. desembargador Milton Nobre (atualmente integrante do CNJ) respondeu que a presidência do TJE não tinha competência para atender o pedido, remetendo o caso ao juízo da 17ª vara cível.
O processo da busca e apreensão prosseguiu na sua tramitação acidentada. Atendendo a um apelo dos dois Albertos, que requereram a nulidade da sentença, a juíza Maria Antonina Athayde do Carmo desconstituiu a decisão do juiz Jonas para que os réus pudessem se defender das acusações, o que eles acabaram não fazendo. Não chegaram nem a apresentar testemunhas.
A única, indicada pelos autores, só foi ouvida como informante porque a juíza não deixou que prestasse juramento, alegando que seria amiga das partes. Valendo-se de algumas contradições do depoimento dessa testemunha (mas não das contradições dos réus) e ignorando as provas oficiais que existiam nos autos, a juíza considerou improcedente a ação de busca e apreensão, “por falta de provas”.
O processo subiu para o tribunal apreciar o recurso de Luiz Gonzaga contra a decisão. Dois desembargadores se declararam suspeitos, por motivo de foro íntimo, obrigando a Defensoria Pública a peticionar ao vice-presidente do TJE para que o feito fosse redistribuído “a um magistrado que pudesse realmente julgá-lo”.
A desembargadora Carmencin Cavalcante devia ter assumido a causa, mas observou que a desembargadora Luzia Nadja Nascimento estava preventa para receber o processo, por ter relatado o acórdão do mandado de segurança. Como Luzia saíra da 3ª para a 5ª câmara cível isolada, pela norma regimental do TJE os autos deviam ser entregues à magistrada que a substituíra.
Ao invés disso, a desembargadora Luzia Nadja recebeu o processo e, “com violação ao princípio do devido processo legal”, em abril do ano passado proferiu sentença monocrática (individual), extinguindo a apelação de Luiz Gonzaga sem julgamento de mérito, sob a alegação de extemporaneidade do recurso da Defensoria Pública.
Nos autos constava uma certidão da diretoria de secretaria da 17ª vara cível atestando a tempestividade do recurso e, por isso, o recebendo. Mas a desembargadora argumentou que havia uma data (28 de maio) na papeleta do protocolo do recurso, outra (11 de abril) na certidão de intimação pessoal do defensor público e uma terceira (24 de abril) na juntada do mandado aos autos. Concluiu de imediato que estava “evidente a extemporaneidade do recurso”, que, assim, se tornou inadmissível, por estar fora do prazo legal.
No entanto, nos próprios autos está anotado que o mandado foi juntado em 27 de abril e não no dia 24, como certificou a diretora de secretaria, por erro de redação, do qual não se apercebeu, tanto que atestou que o recurso era tempestivo e o recebeu. Argumenta Ophir que, diante da dúvida, a desembargadora Nadja deveria ter pelo menos convertido o julgamento em diligência para que a diretora de secretaria se pronunciasse, “e não julgar na incerteza, como o fez”. Se verificasse a prova contida nos autos, constataria que o dia 27 foi uma sexta-feira e o prazo só começou a contar na segunda-feira, 30, sendo tempestivo o recurso.
A decisão individual da desembargadora Nadja não foi contestada porque o advogado Bruno Vasconcelos havia pedido vista nos autos e teve seu pedido deferido pela desembargadora, sem o conhecimento do filho do reclamante ao CNJ. Já à Defensoria Pública, que vinha atuando no processo, era expedido “um ofício sem nexo”;
Bruno não fez carga do processo e a Defensoria, julgando que Gonzaga constituíra novo advogado, deixou de se manifestar. Bruno havia sido indicado como advogado apenas no processo penal, isso porque a Defensoria se recusou a patrocinar Gonzaga por não atuar no processo penal no pólo ativo, função desempenhada pelo Ministério Público. Assim, Gonzaga perdeu a causa cível, que transitou em julgado.
Ophir Souza investe contra o atual presidente do TRE, acusando-o de ter-se valido dos seus poderes para proteger Alberto Vidigal antes mesmo que a questão chegasse ao judiciário: “A visita do juiz Ricardo Ferreira Nunes ao delegado de polícia encarregado de apurar os fatos teve o propósito de barrar a instauração do inquérito e impedir a realização das investigações”, garante. A polícia nada fez até receber o inquérito do Detran, obrigando-a a processá-lo, “o que indica que realmente o juiz Ricardo Ferreira Nunes esteve na Polícia e convenceu o delegado a abafar o caso”, relata Ophir ao CNJ.
Diz que o desembargador Ricardo Nunes “influenciou os seus colegas juízes para que decidissem o litígio sobre a propriedade do veículo em favor dos seus parentes”. A primeira medida judicial foi em favor de Gonzaga, garante seu pai, porque a juíza a concedeu sem ouvir a parte contrária. Mas a liminar caiu uma semana depois, quando os dois Albertos, “após tomarem ciência do processo, maquinaram juntamente com o juiz Ricardo Ferreira Nunes uma forma ilícita de recuperarem a posse do veículo”.
O alvo das maiores críticas é a juíza Maria Antonina do Carmo, que negou a ação de busca e apreensão do carro por falta de provas. Ophir, porém, diz que “todas as provas do mundo foram apresentadas no processo demonstrando o roubo do veículo, a fraude no recibo de compra e venda, a falsificação das assinaturas do filho do reclamante, a falsidade ideológica de Alberto Otacílio Valente Tavares no requerimento apresentado ao juízo do Trabalho de Ananindeua, etc.”.
Ophir pede ao CNJ que puna exemplarmente a juíza com a pena maior prevista, que é a aposentadoria compulsória. É a mesma punição que requer para o desembargador Ricardo Ferreira Nunes, que também deveria responder a inquérito policial “para apurar os atos criminosos que ele teria cometido, “no intuito de auxiliar o seu sogro e cunhado a se livrarem da responsabilidade penal pelo roubo do veículo do filho do reclamante e a tornar seguro o proveito do crime, isto é, a posse do veículo roubado”.
Aposentadoria compulsória solicitada também para as desembargadoras Maria de Nazaré Gouveia dos Santos, Maria de Nazaré Saavedra Guimarães (que eram juízas quando atuaram no processo) e Luzia Nadja Guimarães, mais os juizes Altemar da Silva Paes e Elizabete Lima Mendes, por não reunirem “condições morais para o exercício do cargo”.
Quanto aos desembargadores Milton Nobre, então presidente do TJE, e Maria Izabel de Oliveira Benone, já aposentada, acusa-os de terem deixado de comunicar à polícia os crimes praticados pelos advogados Alberto Vidigal Tavares e Ana Carla Murrieta, mesmo sendo informados dos fatos. Ao ignorarem a comunicação, “se omitiram no cumprimento do dever para favorecerem, ou pelo menos para não prejudicarem, os parentes do colega magistrado Ricardo Ferreira Nunes, e, por isso, também incorrem em ato incompatível com a dignidade e honra da magistratura”.
Diz o reclamante que por causa desses magistrados, ao deixarem “crescer e prosperarem os ladrões, que a imagem do judiciário paraense é a pior possível, e cabe ao CNJ limpá-la ante os olhos da sociedade, pois o Poder Judiciário é nacional, e tudo o que aqui de podre se faz, repercute em desprestígio da magistratura brasileira”.
A palavra agora está com o Conselho Nacional de Justiça. Mais uma vez.
Carreira de Pesquisa em Faculdades Comunitárias?
Por Michael Price
16 set 2011
Faculdades de dois anos não são conhecidos por seus programas de investigação científica. Como poderiam eles ser? Membros do corpo docente em instituições de ensino, tais são normalmente muito ocupados. Eles muitas vezes ministrar cursos mais em um único ano do que membros do corpo docente nas universidades de investigação antes de se ensinar para a posse. Não há pós-doutorados ou estudantes de pós-graduação para fazer o trabalho de laboratório - apenas calouros e sophomores, muitos com déficits educacionais. Além dos laboratórios de ensino, há um espaço pequeno laboratório e equipamentos de laboratório é rudimentar (com importantes exceções, como veremos).
O maior objetivo da maioria de 2 anos de faculdade acadêmica (em oposição a profissional) programas - e é um objetivo de alta de fato - é enviar graduados em até 4 anos de faculdades. Quem tem tempo para pesquisa?
Pesquisa, ao que parece, é uma das melhores maneiras de atingir esse objetivo: Jovens estudantes que têm a oportunidade de sujar as mãos no laboratório tendem a ser motivados para dar o próximo passo para uma faculdade de 4 anos, aqueles expostos apenas livros didáticos para não coincidir com seu entusiasmo.Professorado e de hoje faculdade de comunidade está bem preparado para a tarefa: corpo docente da faculdade comunitária de spray para fora do mesmo riacho que treina professores para as universidades de pesquisa.Eles normalmente têm doutorado, têm muitas vezes feito pós-doutorados, eo seu documento de curriculum vitae um registro de pesquisa original. Alguns, como Jacqueline Crisman, começou como membros do corpo docente nas universidades de investigação.
Um artigo esta semana na Science olha para o desafio de organizar e manter programas de pesquisa em dois anos, as instituições e os professores que tomá-lo em - em parte para preparar seus alunos para futuros na força de trabalho científica e em parte para atender seu próprio desejo de continuar fazendo pesquisa.
Ciência Carreiras toma uma olhada em três cientistas tais, examinando suas motivações, o que o trabalho é como, e como eles acabaram onde eles estão. Todos os três transportar cargas pesadas de ensino, mas incorporando suas pesquisas em suas cargas de ensino normal, eles são capazes de satisfazer seus créditos de ensino, educar e inspirar seus alunos e conduzir a pesquisa, ao mesmo tempo.
Nenhum destes três pensavam que iriam acabar ensinando permanentemente em um colégio da comunidade, mas agora que tive essa experiência, nenhum deles pode imaginar fazendo outra coisa.
Michael Price é um escritor pessoal em carreiras científicas. | |
10.1126/science.caredit.a1100096 |
Há três séculos, um evento equestre promovido pela família real marca o início oficial do verão britânico. Chega com pompa e circunstância. Programa predileto da monarquia, o Royal Ascot atrai não só ingleses de todas as regiões do país, mas visitantes de vários cantos do planeta. Desde 1945, ainda em seu tempo de princesa, a rainha Elizabeth II nunca deixou de comparecer. A série de 30 páreos conquistou o status de ser o mais tradicional evento do calendário turfístico mundial, programado neste ano para o período de 14 a 18 de junho. A competição acontece no Ascot Racecourse, um dos principais hipódromos do Reino Unido, localizado na Fazenda Ascot, propriedade de Sua Majestade. Ascot fica na província de Berkshire, distante 50 quilômetros de Londres.
Para as corridas de 2011, foram mobilizados cerca de 500 animais de vários países europeus, do Oriente Médio, dos Estados Unidos, do Japão, da China, África do Sul, Nova Zelândia e Austrália. A premiação é baseada nas apostas, e a estimativa é que elas movimentem mais de 400 milhões de dólares. E não só a nobreza marca presença em Ascot. Plebeus aficionados pelo turfe também comparecem, lotando arquibancadas e circulando no paddock, local onde os “astros” do evento recebem massagens e são exibidos antes das competições.
Inovação contínua e excelente pesquisa são os atributos mais importantes para os respondentes escolhendo o melhor deste ano, de biotecnologia e farmacêuticas empresas, mas para os empregadores de topo, a engenhosidade seus cientistas e entusiasmo são os fundamentos reais da excelência. By Carol Milano
O 2011 Ciência Carreiras Pesquisa empregadores Top foi desenhado para identificar as 20 empresas com a melhor reputação na indústria, bem como as características que o estatuto de maior impacto de um empregador. Os resultados baseiam-se em 3.784 respostas de um levantamento baseado na web (veja metodologia da pesquisa na tabela abaixo). Quase metade dos entrevistados tem menos de 40 anos de trabalho por cento, 79 nos Estados Unidos, e 40 por cento são do sexo feminino.
Além de inovação e investigação, os entrevistados esperam uma empresa líder de ser socialmente responsável, tratar seus funcionários com respeito, e inspirar a sua lealdade. Este ano, o # 5 critérios "tem uma liderança que faz sucesso as mudanças necessárias para manter a organização se movendo na direção certa", substituído 2010 "tem uma visão clara de onde a organização está indo." (Veja características de condução tabela abaixo).
De 2011 trouxe resultados um novo tempo de primeiro # um empregador: Vertex Pharmaceuticals Incorporated (# 3 em 2010). De fato, três das empresas de mais alta patente são novos para a lista top 20 (ver Top 20 empregadores gráfico abaixo para a lista completa da empresa). Estas mudanças não são surpreendentes, porque "Tem sido uma época interessante na indústria", observa Alan Smith, diretor científico da Genzyme Corporation antes de sua aquisição pela Sanofi. "Para nós, o ano passado foi um período de turbulência, mas nós regularmente pontuou bem neste levantamento", observa ele (Genzyme é # 13 este ano, # 8 em 2010).Agora conselheiro científico chefe da Sanofi Pesquisa e Desenvolvimento Global, diz ele, "Como parte da Sanofi, vamos dar a abordagem que temos utilizado em Genzyme e aplicá-la de modo mais geral."
Outros empregadores top estão entrando novas fases, também. Vertex introduziu recentemente sua primeira droga, Incivek, para o mercado, e começou vindo a construir sua primeira equipe comercial. "Esta [pesquisa] o reconhecimento está ligado diretamente à paixão e criatividade que nossos funcionários 1800 traga-a-dia cada vértice, como procuramos mudar a vida de pessoas com doenças devastadoras", diz Peter Mueller, diretor da Vertex ciência e vice-presidente executivo para pesquisa e desenvolvimento global.
Regeneron Pharmaceuticals, Inc. (# 2, e novo para a lista top 20) tem um tratamento para uma doença ocular de grande porte sob revisão da FDA. Ainda este ano, eles vão buscar a aprovação da FDA para uma nova droga contra o câncer e solicitar um pedido suplementar para Arcalyst, seu primeiro produto no mercado. Desde Arcalyst foi criado para uma condição genética rara, Regeneron é agora essencialmente desenvolver um novo departamento de vendas e marketing. Grossman explica Ross, vice-presidente de recursos humanos, "Estamos focados uma grande quantidade de energia em manter uma verdadeira cultura de biotecnologia [enfatizando] inovação e grande ciência como temos crescido e amadurecido como uma empresa. É especialmente gratificante para ser reconhecido pela Ciência para a nossa cultura, ciência-driven, e para sair tão alto em nosso primeiro ano. "
Oito deste ano 20 maiores empresas estão sediadas na Europa. Colaborações globais e as preocupações são cada vez mais importante líder de biotecnologia / pharma empresas, que preste muita atenção para as suas instalações de pesquisa e serviços nos países em desenvolvimento. Prestadores de cuidados de saúde em áreas menos desenvolvidas não podem ter acesso às novas procedimentos médicos e tratamentos farmacêuticos.
Dinamarca-baseado Novo Nordisk (# 9 este ano, e também à lista top 20) é uma empresa farmacêutica que está se dirigindo a uma necessidade específica internacional. Tratamentos para a diabetes representam cerca de 75 por cento dos negócios da Novo Nordisk. Eles oferecem treinamento sobre as melhores práticas no tratamento do diabetes para milhares de médicos na China. "Diabetes não recebe a atenção que merece lá por causa de recursos limitados", observa Steve Chinn, vice-presidente de recursos humanos. "Estamos lutando para ser um parceiro com o sistema chinês de saúde, e não simplesmente como apenas um fabricante de de medicina, mas fazendo mais para ajudar a educar e informar pacientes e médicos sobre a gravidade da doença."
Selecionando os cientistas
Ser um "líder inovador" continua a ser o condutor mais poderoso para a seleção de uma empresa como um empregador superior. Quando lhe pediram para descrever "o que faz a melhor empresa, melhor", os entrevistados mencionou especificamente "suporta uma cultura de inovação", "empregado-driven curiosidade" e "idéias inovadoras de todos são considerados."
Como principais empregadores criam uma atmosfera inovadora e inspiradora corporativa? Entre muitos candidatos altamente qualificados, eles buscam os cientistas excepcionais com maior probabilidade de trazer idéias frescas, original para a empresa.
Na Novo Nordisk, Chinn especifica uma prioridade: "Paixão sobre diabetes e hemofilia", as duas doenças para as quais a empresa cria medicamentos."Queremos que as pessoas que estão muito bem informados e educados sobre estes estados de doença, e que são conhecidos dentro de seu campo para a pesquisa que eles fizeram ou por líderes que está sendo pensado."
Divisão da Bayer EUA busca cientistas com a "ingenuidade, curiosidade e entusiasmo para trabalhar em uma organização buscando inovações que fazem a diferença no mundo", resume Bryan Iams, diretor de comunicações externas. "Em uma empresa global em cada país, podem ser respeitoso e entender que em diferentes culturas, diferentes pessoas crenças dirigir?", pergunta ele. Com 108.000 funcionários no mundo todo, a empresa com sede na Alemanha (# 20; reaparecer na lista desde que foi # 19 em 2006) olha para a versatilidade eo tipo de pensamento empreendedor incentivado em "centros de inovação" da Bayer na China, Europa e Califórnia. "Estes gancho, em seguida, para dentro e se traduzem em nosso maior organização global", explica Iams.
"Às vezes, é fácil contratar alguém só porque eles estão um cientista excepcional, mas nós gastamos muito tempo para encontrar uma pessoa com as habilidades técnicas que também se encaixa com os nossos valores fundamentais", diz Lisa Kelly-Croswell, presidente da Vertex vice-presidente sênior de recursos humanos . "Nós escolhemos as pessoas que não têm medo de assumir riscos por tentar algo novo ou trazer uma idéia não-tradicionais para a frente e que não estão satisfeitos com o status quo."
Seu grupo de pesquisa e desenvolvimento contrata "para o que queremos ser, não o que somos hoje", diz Mueller Vertex, que olha para as pessoas com "o conhecimento científico e tecnológico para tomar Vertex para a próxima fronteira, ea coragem para se mover constantemente a fronteira para a frente. Na ciência, as experiências muitas vezes têm resultados inesperados. Alguns cientistas têm a disposição e alegria para lidar com essa incerteza. Esse é o fenótipo que estamos procurando. "
Mueller quer que seus cientistas "maximamente integrada em todas as funções de pesquisa, desenvolvimento, comercial, jurídico, recursos humanos, contabilidade, para que eles possam se comunicar e colaborar Isso é fundamental para nosso objetivo final:.. Descoberta e desenvolvimento de medicamentos de transformação"
Genzyme prefere cientistas altamente treinados, além de seus vários anos Ph.Ds "Nossos melhores contratações, num sentido criativo, tem cerca de cinco anos de experiência pós-doc. Eles estão realmente onde a emoção está na pesquisa e que está emocionante estar em torno de ", diz Smith.
Em 2008, precisando de várias centenas de trabalhadores adicionais para uma nova colaboração com a Sanofi-Aventis, Regeneron trabalhou com uma empresa de recrutamento e branding para atrair as pessoas certas.Eles lançaram uma campanha publicitária online, destacando o que Grossman chama a sua "estranheza e seletividade", apresentando a sua recentemente formalizada valores corporativos ("A Regeneron 5"), através da psicologia reversa:
- Se a ciência não é a sua obsessão-não APLICAR
- Se você estiver conteúdo que está sendo a pessoa mais inteligente da sala-não APLICAR
- Se você tem medo de falhar-não APLICAR
- Se você acha bom o suficiente é bom o suficiente-não APLICAR
- Se você precisa de uma rotina para definir você-não APLICAR
Até o final do ano, Regeneron alcançado sua meta de contratação de 350 novos funcionários altamente qualificados.
Genentech, membro do grupo Roche, (# 3 este ano; # 1 em 8 dos 10 levantamentos anteriores) é continuamente reconhecida por sua liderança inovadora e de alta qualidade, pesquisa e reserva de talentos. Tomadores de decisão da Genentech são extremamente respeitoso com os cientistas da empresa. Enfatizando excelentes habilidades de comunicação, telas Genentech para um registro publicação fortes, porque eles sentem que isso indica a capacidade de se comunicar bem por escrito. "Todo mundo que eu entrevista é muito brilhante, motivados e realizados, especialmente no lado da biologia", observa Andy Chan, vice-presidente sênior de pesquisa da biologia. "Mas eles devem realmente deseja traduzir biologia na medicina. Essa é a força motriz por trás que vem a Genentech, e por isso que estamos no negócio." Alguns qualificados solucionadores de problemas científicos, Chan acredita, são muito mais adequados para academia. "Queremos que aqueles que querem fazer alguma coisa acontecer que ajuda as pessoas."
Nessas empregadores superior, pesquisa e trabalhos de desenvolvimento não são apenas para doutores Ao longo de sua organização, relatórios Chinn Novo Nordisk, os cientistas trabalham em muitos níveis diferentes.No seu site Seattle, por exemplo, alguns dos cientistas que fazem investigação fundamental em novas áreas terapêuticas têm bacharelado ou mestrado. Eles estão trabalhando em conjunto com médicos e doutores
"Esta é uma organização tão diversas, queremos que as pessoas que trazem uma perspectiva diferente e compreensão, para que possamos expandir globalmente", explica Susan Bunz, recursos humanos e vice-presidente corporativo de serviços na Pioneer Hi-Bred, uma empresa Dupont, a genética vegetal empresa que classificou # 4 este ano (um grande salto a partir de # 19 em 2010). A empresa baseada em Iowa de 3000 cientistas de mais trabalho em 110 locais de pesquisa em 24 países. "Nossa cultura é muito colaborativo. As pessoas compartilham um" pode fazer "atitude, querem trabalhar em um ambiente muito dinâmico, e saber como terminar um projeto."
Retenção destacados cientistas
Melhores cientistas do mundo estão sempre nas telas recrutadores radar, e os empregadores sabem que muitas vezes as pessoas mudam de emprego. "É uma coisa para atrair novos talentos, outro para retê-los", diz Iams da Bayer.
"Você deve fornecer um ambiente que reconhece e celebra a conquista de toda a equipe", Iams continua. Bayer oferece programas de crescimento, tais como atividades de educação interna, portanto, um empregado sempre se sente: "Eu estou aprendendo aqui". Motivadores incluem cartas de reconhecimento, prêmios (alguns monetária), e baseada no desempenho bônus, que às vezes são reinvestidos em ações da empresa.
No entanto, muitos de biotecnologia / pharma empresas estão se afastando de elegibilidade ampla de opções de ações, de acordo com Grossman. Regeneron, no entanto, continua sendo "absolutamente comprometido com a posse dos empregados. Cada novo contratado será um acionista." A empresa introduziu recentemente um site sobre "programa de mini-MBA" com Rutgers University professores apresentando uma visão ampla de questões de negócios da indústria. Além de salas de aula, "damos cientistas papéis muito desafiador, onde podem contribuir em toda a extensão de suas habilidades", acrescenta Grossman.
De microbiologia a etimologia de agronomia, Pioneer Hi-Bred utiliza uma gama diversificada de especialização.Atribuição específica de um cientista depende um pouco de seu grau, explica Bunz. Doutores estão no nível cientista sênior; um titular BS graus seria um pesquisador associado ou assistente. Graças à Pioneer apoio educativo proporciona ", os funcionários podem voltar para a escola, enquanto eles estão aqui, quando eles vêem que a educação adicional aumentará as suas oportunidades de promoção."
Novo Nordisk encoraja os cientistas a "se concentrar em um aspecto trabalho específico que irá encaminhar suas pesquisas, e seu desenvolvimento pessoal", diz Chinn. Cada funcionário é obrigado a preparar um "Plano de Desenvolvimento Individual." Eles podem optar por participar de simpósios, programas educacionais específicos, ou outras oportunidades de aprendizagem. A empresa oferece aulas de bom grado "para continuar a educação de seus funcionários. Esperamos que é holística e não apenas para ajudar a Novo Nordisk, mas para melhorar suas próprias habilidades especializadas", explica ele.
Vértice detém semanal "hora social" onde os cientistas e outros membros da equipe compartilham perspectivas. A empresa também tem incentivos empregado únicas, como "o Nobel Vertex Prize" para a investigação pendentes ea introduziu recentemente Ciência, Tecnologia Programa de Intercâmbio (STEP), uma oportunidade sabático. Cientistas banco cujas propostas forem aceitas chegar a "sair" de seus papéis habituais e buscar um novo caminho para três meses. O programa foi desenvolvido por sete cientistas Vertex trabalhando em um grupo de foco na melhoria de carreira e reconhecimento.
Em muitas profissões, realizações e reconhecimento trazer promoção para a gerência. "Para um cientista, o que significa se afastar do banco", observa Smith, "mas você não pode querer ter uma centena de pessoas relatando para você." Genzyme oferece uma popular, música alternativa em quatro níveis: companheiro, pesquisador sênior, companheiros ilustres, e um slot cobiçado como companheiros presidencial. "Se você quiser ficar na bancada, um companheiro aqui pode ser pago tanto como vice-presidente sênior. É uma ótima maneira de manter as pessoas que não podem querer gestão, mas quer progredir. É muito eficaz, estes são tão valiosos pessoas ", diz ele.
"É mais fácil fazer o bem quando as coisas estão indo bem", reflete Smith, "e difícil de fazer bem quando os tempos estão difíceis. Estou muito orgulhoso e satisfeito que temos obtido bons resultados este ano, diz que as pessoas estão vendo e acreditar em nova oportunidade aqui. Nós pagamos muita atenção a como nós convencer e manter as pessoas convincentes de que este é um bom lugar para trabalhar mesmo durante um período difícil. Muito poucas pessoas deixaram desde a aquisição. "
Inovação e Investigação
Dois da pesquisa é perene liderança drivers-top inovadoras e de qualidade de investigação-nunca são um dado adquirido em empresas excelentes. Eles são cuidadosamente cultivada.
"Estamos altamente empenhados em reforçar a nossa inovadora capacidades de inovação é fundamental para manter ou ganhar uma posição de liderança em todos os mercados em que operamos, e também a base para melhorar a vida de muitos milhões de pessoas", diz Katharina Jansen, Ph.D., diretor de relações globais de mídia e gerenciamento de questões para a Bayer Schering Pharma AG em Leverkusen, Alemanha. Ela considera os investimentos da Bayer pesquisa e desenvolvimento para ser de longo prazo: Seus projetos de pesquisa farmacêutica ou agrícola média 10 anos antes de chegar ao mercado.
Para incentivar a inovação, a Regeneron laboratórios funcionam como um híbrido do mundo acadêmico e empresarial, Grossman explica. "Nós dar aos pesquisadores uma grande dose de liberdade, e encorajar os funcionários a sugerir melhorias no nível de implementação. Qualquer um confortável com uma organização científica de dar e receber pode ser parte de qualquer discussão aqui. Ainda não estamos suficientemente grande para ter muitas de canais, procedimentos formais, ou hierarquias. O inimigo é a burocracia ", diz ele.
Regeneron está continuamente buscando novas abordagens, diz Grossman, e perguntando em cada etapa: "Qual é a próxima geração de tecnologia?" Ele explica: "Quando não estava na moda, investimos na construção de uma tecnologia que foi, então, altamente inovadora, e nos trouxe para o nosso primeiro produto comercializável Então nós inventamos um conjunto de técnicas que levaram à Arcalyst.." Embora Regeneron usa essas técnicas de sucesso para desenvolver outras drogas, eles também estão comprometidos com a inovação contínua.
Genentech concentra-se em inovações na terapia de transformação. "Nossa força é o nosso foco paciente", afirma Mike Varney, vice-presidente sênior, descoberta de drogas de pequenas moléculas. "Estamos constantemente a trabalhar com grupos clínicos para entender o que está acontecendo com uma determinada doença, como é tratado, e as limitações das terapias existentes. Esta proximidade com o paciente é raro. Mesmo com opiniões carteira, centro de discussões em torno do paciente, como ajudar eles, ea realidade de melhorar a vida de um paciente. "
Cultura da Genentech incentiva a pesquisa ambicioso. "Os valores Genentech a assunção de riscos, criatividade e exploração científica, que estimular nossos cientistas para ter sucesso", diz Chan. "Uma vez que eles fazem uma descoberta, é uma sensação muito viciante. O sucesso encoraja mais ênfase na inovação."
Com o seu "compromisso incrivelmente forte de alto risco, inovação Vertex começa com uma doença e encontra uma maneira de tratar a sua causa subjacente", diz Mueller. "Estamos inovadores na forma como parceiro, como nos colocamos como uma organização, como nós chegar na comunidade, e como interagir com os pacientes e médicos. Nós relação risco nos ombros várias, aumentando nossas chances de sucesso, através da nossa rede de parceiros globais. "
Para Pioneer Hi-Bred, interconexões globais são internas. Eles adicionaram 4.000 funcionários desde 2007, em 95 localidades. Pesquisa e desenvolvimento (R & D), os cientistas na Europa, Ásia / Pacífico, América Latina e América do Norte estão em contato constante. "Eles sabem onde os solos são semelhantes e que deve ser de colaboração. Uma estratégia pode ser aplicável em América do Norte e do Sul, mas os mesmos produtos não funcionam no mundo", explica Bunz.
Bayer tem uma abordagem similar. "A colaboração nas nossas instalações em todo o mundo faz parte do nosso modelo de sucesso", enfatiza Iams. "A partilha de informação hoje é muito mais fácil do que há cinco anos. Outros cientistas podem acessar seus arquivos para mais [distante] colaborações. Agora o nosso crescimento regiões de alta estão realmente aprendendo com outros locais, permitindo o desenvolvimento muito mais rápido na China, Índia e América Latina ". Todos os 2.500 cientistas Bayer, engenheiros e químicos em vários laboratórios são acusados de fomentar a inovação.
Impacto Econômico
Os entrevistados indicaram que a economia macia levou a demissões, fechamentos de site, e outsourcing.Quando questionados sobre quais os principais eventos tiveram o maior efeito sobre a indústria no ano passado, os entrevistados chamado fusões e aquisições, que criaram alguma instabilidade e incerteza. No entanto, muitos empregadores top experimentaram efeitos surpreendentemente poucos durante a recessão longa global.
"Bayer toma precauções adequadas de que instabilidades econômicas não afetam as atividades de P & D, uma prioridade na nossa agenda", diz Jansen. R & D da Bayer investimentos aumentou de € 2,9 bilhões (4,06 bilhões dólares EUA) em 2009, para € 3,1 bilhões (4,34 bilhões dólares EUA) em 2010 e 2011.
Outra empresa internacional, a Novo Nordisk, prosperou, com 36 quartos de crescimento de dois dígitos. "Nós realmente cresceu, acrescentou funcionários, e trouxe novos produtos ao mercado no ano passado", diz Chinn.
Regeneron também parece anticíclicas, tendo "contratado dois terços dos nossos funcionários desde 2008, quando estávamos em 700. Iremos em breve chegar a 1800", diz Grossman. "No final de 2010, 43 por cento dos funcionários tinha sido aqui um ano ou menos."
Como Regeneron, Genentech tem vindo a expandir. Desde 2008, como cortes deixaram talentosos profissionais desempregados, a empresa tem sido "muita sorte de contratar alguns cientistas excepcionalmente qualificados", diz Varney. "Nosso grupo de pequenas moléculas, ea pesquisa em geral, têm vindo a crescer, enquanto o resto da indústria está se contraindo. Sendo um pouco fora de sincronia nos permitiu escolher os melhores."
Tempo não, a economia, é a maior variável para Pioneer Hi-Bred. "Nós continuamos a criar produtos para lidar com fatores climáticos", diz Bunz. Um inovador produto resistentes à seca nova, AquaMax, é para áreas com clima seco ou chuva muito pouco para a agricultura. Novos produtos têm de ser testados em-terra em um local de destino do tipo, mas o tempo não cooperativos podem impedir o plantio. Em áreas com uma única estação de crescimento, que pode atrasar a testes por um ano inteiro.
Cultura Corporativa
Três deste ano, cinco motoristas refletir os valores de trabalho e meio ambiente. Para os entrevistados, os empregadores pendentes são socialmente responsáveis e ter funcionários leais a quem eles tratam com respeito.
"O que fazer para moldar nossa cultura vem de ouvir os trabalhadores", observa Vertex Kelly-Croswell."Consideramos grupos focais numerosos, muitas vezes in-the-momento. Tomamos o que ouvimos e traduzi-lo em ação. Funcionários rotineiramente nos dizer: 'Ei, obrigado por perguntar."
Empresas líderes, muitas vezes codificar seus valores corporativos, como exemplificado por "A Regeneron 5.""Não só vamos contratar cientistas que irá tratar os pacientes com respeito, também esperamos que eles respeitem uns aos outros", afirma Chinn. O recém-revista "Novo Nordisk Way", destaca a responsabilização e responsabilidade. "Nossos funcionários têm o direito ea responsabilidade de dizer alguma coisa, se vêem pessoas não tratar alguém assim. Ser uma organização focada em apenas algumas áreas terapêuticas, ao invés de muitos, que nos torna diferentes e nos dá um sentimento comum de compromisso. "
Bayer, também, recentemente atualizou sua declaração de valores corporativos globais, escolhendo um acrônimo facilmente lembrada em muitas línguas: LIFE. Ele representa liderança, integridade, eficiência, flexibilidade e. A empresa procura manter sua cultura consistente em todos os locais. "LIFE incentiva os funcionários a tomar decisões individuais, para assumir a liderança, sempre que eles vêem coisas que acho que poderia ser mudado ou adaptado. A cultura fortalece nossos cientistas a pensar de forma independente, ver idéias e soluções, e propor ou apenas implementar o que ajuda a empresa a para a nossa visão mais ampla ", resume Iams.
"Este é o único lugar que eu já trabalhei", declara Kelly Vertex-Croswell ", onde todos podem recitar os nossos valores fundamentais, porque todos nós vivemos eles: busca sem medo de excelência, a inovação é a nossa vida de sangue, e 'nós' ganha. "
Responsabilidade Social
Responsabilidade social é cada vez mais significativa para ambos os entrevistados pesquisa e empregadores excelente. Subiu de ranking # 5 em 2010 para # 3 este ano. A maior ênfase entre os respondentes da pesquisa espelha uma tendência mundial: Oitenta e seis por cento dos cidadãos em todo o mundo acreditam que as empresas precisam colocar pelo menos tanta ênfase nos interesses da sociedade como fazem em interesses comerciais, de acordo com um estudo 2010 pela Edelman Globais de Relações Públicas ( www.goodpurposecommunity.com).
As empresas de mais alta patente na Pesquisa Ciência empregadores Carreiras Top tomar as preocupações ambientais eo envolvimento da comunidade a sério. Muitas empresas maiores têm fundações que administram os seus esforços filantrópicos e humanitários. As tradições são especialmente fortes em base europeia em empresas.
Bayer, por exemplo, passaram a demonstrar uma forte preocupação para as questões ambientais, já em 1901.Em 2004, tornou-se o negócio do setor privado primeiro a parceira com o Programa Ambiental das Nações Unidas nas áreas de juventude e meio ambiente. Desde o final dos anos 90, a Bayer tem dado anualmente € 1,2 milhão dólares (1,68 milhões dólares EUA), mais contribuições noncash para programas de educação ambiental. Mais de dois milhões de estudantes na Ásia participaram nestes programas de educação ambiental.No Programa Bayer Enviado Jovem Ambiental, os alunos escolhidos por suas comunidades de origem no rápido crescimento, as economias-incluindo as economias emergentes Tailândia, Brasil, Chile, China, Colômbia, Quênia, Equador e Coréia-participar de um programa de estudo intensivo de uma semana na Alemanha. "Eles ganham experiência em primeira mão nos princípios e aplicações de protecção do ambiente moderno, e aprender como as famílias indústria, governo e privado interagem de programas ambientais", explica Iams.
"Com a nossa herança dinamarquesa, a responsabilidade social foi essencialmente construída em Novo Nordisk", explica Chinn. "É uma grande parte de quem somos. Sabemos que temos uma responsabilidade financeira aos acionistas e também temos uma responsabilidade social e ambiental."
Inicialmente, a empresa doou DKK $ 650 milhões (122 milhões dólares EUA) por um período de 10 anos. Em 2008, os acionistas aprovaram um adicional DKK 575 milhões dólares (EUA $ 108 milhões) para a próxima década. Embora a fundação opera de forma independente, Diretor da Novo Nordisk Chefe do Executivo, Lars Rebien Sorenson, está em seu conselho de administração.
The World Diabetes Foundation concentra-se em áreas negligenciadas do cuidado do diabetes, como a prevenção de amputações desnecessárias pé ou cegueira resultantes da doença. Estes problemas, particularmente prevalentes em comunidades mais pobres, recebem pouca atenção de organizações internacionais diabetes. Até agora, o World Diabetes Foundation financiou 253 projetos em países em desenvolvimento, e pavimentou o caminho para um melhor acesso aos cuidados de diabetes e de triagem. Já, os seus esforços têm inspirado Uganda, Tanzânia e Quênia para incluir o tratamento da diabetes crônica nas suas políticas nacionais de saúde.
Alcance Comunitário
Empresas socialmente responsáveis, por vezes, resolver um problema da comunidade perto de uma das suas instalações. Pioneer Hi-Bred da Tailândia equipe descobriu que os estudantes em várias províncias receberam nutrição inadequada de seus programas de merenda escolar por falta de fundos. Naquela época, só EUA $ 0,56 por dia era necessário para alimentar uma criança assim. Em 2002, a Pioneer Tailândia formada uma colaboração inovadora entre escolas, comunidades e empresas locais para melhorar a nutrição dos estudantes. Pioneer doados alto rendimento de sementes de milho híbrido, suprimentos e fiscalização; escolas desde a terra, e cada comunidade contribuiu de trabalho para levantar uma cultura do milho. Após cada colheita, as escolas usadas produto da venda para financiar safra almoços saudáveis. Agricultores locais, ganhando uma valiosa experiência com a tecnologia de sementes e práticas agrícolas, começaram a melhorar a produção de milho regional. Entrando em seu décimo ano, a Pioneer Hi-Bred do "Programa de Milho para almoço Student", envolvendo 14.000 pessoas, estimou a receita superior a 330.000 dólares EUA, que é compartilhado entre todas as 43 escolas participantes.
"Acabamos de receber um prêmio em Dar es Salaam do presidente da Tanzânia", relata Soares da Genzyme. "É para HAND (Assistência Humanitária para Doenças Negligenciadas), nosso programa de pesquisa da malária que procura por novas drogas", explica ele. Em colaboração com o Instituto Broad da Universidade Harvard e do Massachusetts Institute of Technology, o foco Genzyme em África é, sobre o rastreio para a malária, no local.
"Durante as reuniões de vendas que são realizadas em vários locais dos EUA, Novo Nordisk entra em contato com as comunidades locais para ver o que podemos fazer para ajudá-los", diz Chinn. "Nós construímos bicicletas para crianças com diabetes. Eu pessoalmente juntos" pacotes de cuidado "para os desabrigados das cidades que visitou. Não estamos apenas entregando uma medicação, acreditamos que temos que ser parte da comunidade . "
Alguns empregadores têm que combinar atividades de responsabilidade social com os seus recursos disponíveis. "Nós não temos muito dinheiro, ou uma fundação", observa Grossman da Regeneron. "Ainda não estamos-estamos rentável pequena, mas de rápido crescimento, com um produto aprovado. Mobilizamos nossos colaboradores a se envolverem em programas de" dar a volta 'nas comunidades locais. "
Vertex Pharmaceuticals tem uma perspectiva similar. "Nós provavelmente vendeu a primeira coisa na história da nossa empresa há duas semanas", brinca Kelly-Croswell ", por isso estamos dando a maior parte do nosso tempo." A rede da empresa comunidade on-line incentiva qualquer pessoa envolvida com uma organização local (profissionalmente ou privada) para postar e pedir voluntários.
Em 2009, fundador da Vertex desceu depois de 20 anos. "Como o nosso presente de despedida, em vez de um troféu, anunciamos o anual de toda a empresa Joshua Day Boger de serviço em sua honra. Todas as seis localizações globais têm coordenado oportunidades de serviço no mesmo dia", Kelly-Croswell notas. Perto de sua Cambridge, Massachusetts sede, o maior site da empresa, os funcionários da escolha de 15 eventos, que vão desde projetos de zoológico para montagem de pacotes de cuidado para o pessoal militar a Habitat for Humanity projetos. Em 2009, cerca de 800 funcionários participaram. Em 2010, os 1.100 participantes Joshua Day Boger incluiu uma equipe de 15 cientistas a partir do site de San Diego. Eles apresentaram "Um Dia na Vida de um cientista / Engineer" para estudantes de média e alta escola todos os distritos de ensino da cidade.
Genzyme, outra empresa de Cambridge, Massachusetts-based, sempre teve programas de alcance comunitário. "Nós fazemos coisas como as iniciativas do Dia da Terra, passeios de bicicleta para o câncer, e caminha para a March of Dimes", diz Smith. "Eles são muito populares com o pessoal, porque eles se sentem como eles estão dando para trás. É surpreendente o quão importante esse tipo de atividade é gerar a atmosfera certa em torno de um lugar."
Chan Genentech elogia seu empregador por seu trabalho filantrópico significativa em nome dos pacientes. A Fundação Genentech, criada em 2002, oferece apoio financeiro para a educação do paciente cuidadosamente escolhido local e nacional sem fins lucrativos e os esforços de advocacia nos Estados Unidos.
As bolsas são destinadas a projetos que melhoram a compreensão dos pacientes sobre sua doença, fornecer apoio através de diagnóstico e tratamento, e melhorar a sua capacidade de obter cuidados de saúde apropriados para uma doença grave. Contribuições recentes concentraram-se em programas de apoio e educação para pacientes com câncer ou com uma desordem imunológica diagnosticados. Bolseiros incluem Câncer Infantil da Associação, a esclerose múltipla Association of America, Cães Guia para Cegos, o Jack & Jill Cancer Foundation Late-Stage, eo Lupus Foundation of America.
Varney Genentech "é muito consciente de publicar o nosso trabalho. Isso não é só bom para a nossa ciência a partir de uma perspectiva de reputação, mas é parte de mover a ciência à frente no mundo. A maioria das empresas manter um monte de seu trabalho como segredos comerciais. Genentech tem mais publicações que qualquer outra empresa farmacêutica. " Observando a qualidade dos periódicos onde seus pesquisa aparece, acrescenta, "Nós sentimos a publicação do nosso trabalho serve o avanço da ciência".
Na sua South San Francisco alastrando sede, com cerca de 50 edifícios e 9.000 funcionários, Genentech incentiva o uso de transporte público empregado com um sistema de ônibus no campus. A frota de ônibus da empresa livre transporta funcionários de toda a área da baía, assim os funcionários não têm de usar seus carros.
Incentivar os futuros cientistas
Cultivar futuros cientistas é extremamente popular entre os melhores empregadores. "Nossos líderes da empresa são os cientistas que tomam a educação científica a sério, não importa o tamanho que estamos no", declara Grossman Regeneron. "Nós temos 75 estagiários do ensino médio e na faculdade", diz Grossman, "e nós viemos full-círculo. Um dos nossos estagiários do ensino médio agora é um paciente que sofre com a condição de que trata a nossa primeira droga."
Para STEM Vertex (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) Iniciativa, os cientistas equipe de voluntários em escolas locais e envolver as crianças em atividades que promovam o seu entusiasmo pela ciência. A empresa colabora com a United Way locais para levar de seis a dez anos de idade para Vertex para hands-on exploração ciência, como visitar os laboratórios de formulação de aprender como uma pílula é feita. "Durante todo o dia, as crianças têm a chance de se comunicar com todos os tipos de cientistas", diz Mueller. "Esses tipos de programas são de missão crítica. Infelizmente, em nossa sociedade a ciência ea tecnologia pista já não é o mais procurado. Temos de engajar as crianças quando elas são jovens, para que a ciência torna-se compreensível para eles e divertido. Como uma empresa , mas também como uma sociedade, nós precisamos cuidar disso. "
Publicado com antecedência de imprimir em 16 de setembro de 2011. Cópia da edição disponíveis em 7 de outubro.
Carol Milano é um jornalista independente, em Nova York, que abrange os cuidados de saúde e da ciência. | |
10.1126/science.opms.r1100109 |
Turfe disputado: neste ano, a corrida reunirá cerca de 500 animais, vindos de diversos países
Estimado em 300 mil pessoas, o público tem uma oportunidade especial de ver de perto a família real. De carruagem aberta e puxada por quatro cavalos, a rainha Elizabeth II percorre os seis quilômetros que separam o Castelo de Windsor do hipódromo. Chega acompanhada do marido, o duque de Edimburgo, e dos filhos, o príncipe Charles, herdeiro do trono, e Edward, conde de Wessex. Outras carruagens, com membros da realeza, seguem o séquito. Trajados a rigor, à frente vêm os cavaleiros da Guarda Real. A entrada triunfal do cortejo, instituído em 1820, durante o reinado de George IV, é um dos momentos mais esperados. Assim que atravessam os portões do Ascot Racecourse, as carruagens dão uma volta na raia. Em reverência à Rainha, a plateia, em pé, entoa “God Save The Queen”, o hino nacional inglês, tocado por uma pequena orquestra. Depois, os membros da monarquia seguem para a “Royal Enclosure”, a tribuna restrita à realeza e seus convidados. O espaço tem visão privilegiada que permite acompanhar de perto os últimos metros da emocionante chegada dos animais.
Os convidados do “Royal Enclosure” obedecem a um rígido código para se vestir, uma imposição da monarca, que em 2008 ficou contrariada com a indumentária das mulheres, de ombros e pernas de fora. Somente têm acesso ao recinto real homens de fraque e cartola e mulheres com vestidos comportados. Mas, se o vestuário tem suas regras, um dos acessórios, o chapéu feminino, não obedece a nenhum padrão. É um show à parte. Aí, literalmente, a imaginação é o limite. A indumentária virou instituição em Ascot. A variedade é enorme, e nem sempre o bom gosto dita as regras. Todo ano há uma profusão de estilos, modelos, cores e tamanhos. As plebeias seguem o figurino. E tem gente que parvai ao evento não para ver cavalo correr, mas apenas apreciar o desfile dos exóticos chapéus.
Nenhum comentário:
Postar um comentário